I agree ! Concordo ! Aceito ! Yes ! … Será ?

Atire a primeira pedra aquele que nunca clicou “I Agree”, “Eu aceito”, “Concordo”, “De acordo”, etc, sem ler uma única palavra dos termos e condições que estava "assinando”.
Pois é, com a quantidade de conteúdo que se produz, com a quantidade de informação que geramos e disponibilizamos, seria no mínimo temerários que sigamos com este este comportamento, pelo menos até que tenhamos claro em nossas mentes o que isto significa e não nos ofendamos quando “sentirmos” que o Google leu nosso email, ou o FaceBook quebrou minha privacidade.
Proponho uma reflexão sobre a velocidade de produção de conteúdo na internet, como algo sem precedendes, e que por isto não poderia estar atreladas a regras de direitos tradicionais.
Até que tenhamos regras mais claras de onde começa o seu dever e onde acaba seu direito nestes casos, recomendo que façamos com um pouco mais de cuidado nossos “aceites” por aí.
O outro lado ….
Recentemente o FaceBook sofreu seu dia de “abandonos” (http://www.quitfacebookday.com/), graças a problemas como este exposto acima, ou seja, está escrito, é legal, mas não é correto, o nível de quebra de privacidade que eles impõem a seus usuários, pelo menos não para alguns. Analisando o resultado da operação “abandono”, sinceramente, a taxa de abandono foi menor do que eu imaginava, e este fato talvez seja o maior contraponto a toda esta discussão, talvez a Geração Y não se ofenda tanto quanto outras geração quando o assunto são seus “direitos autorais e a privacidade”, afinal de contas eles nasceram assim, compartilhando, postando, divulgando. Será ?
Por favor, compartilhem suas experiências, e sugestões sobre esta relação web x conteúdo x privacidade.
Abraços,
Dalbi Arruda

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