Ação inteligente

Copiar estratégias também é uma forma de vencer.  Em junho havia publicado aqui um post sobre a necessidade de sermos mais pragmáticos, diretos e “fortes” com a promoção do nosso café (veja aqui), espero que este seja o primeiro passo de uma caminhada. Temos que ter em mento que, dentre as commodities agrícolas, o café talvez seja a com maior espaço para crescer no cenário mundial e, temos técnica e escala para isto, falta apenas promover e incentivar.

Café brasileiro na final da Indy

por Marcelo Onaga - Exame

Em um esforço para melhorar a imagem do café brasileiro no exterior, a Apex, agência de promoção de exportações e investimentos ligada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) desembolsou 275 000 dólares para batizar a última etapa do campeonato de Fórmula Indy que será disputada no dia 2 de outubro, em Miami. O Grande Prêmio de Miami se chamará Cafés do Brasil Indy 300 e será transmitido por televisão pra mais de 150 países.

Nas décadas de 80 e 90, o governo colombiano usou patrocínios a grandes eventos esportivos para divulgar seu café. O rosto de Juan Váldez, que representa o café colombiano, apareceu para o mundo durante as transmissões do torneio de tênis de Roland Garros e colaborou para que o café da Colômbia fosse reconhecido como um dos melhores do mundo. O Brasil, apesar de ser um dos maiores exportadores mundiais do produto, tem fama de produzir um café de baixa qualidade.

Nathan Herszkowicz, diretor da ABIC, acredita que o patrocínio vai tornar o termo Cafés do Brasil mais conhecido pelos americanos, maiores consumidores de café do mundo. “Isso vai ser a maior divulgação da marca Cafés do Brasil já feita em três ou quatro décadas”, diz.

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