Saudades do FMI…

Leao 01A ameaça de volta da CPMF,  feita ao povo brasileiro na semana passada pela Presidenta, Governadores e congressistas, deve ser o estopim de uma uma reflexão, uma reflexão sobre o custo deste dinheiro, uma reflexão sobre a vontade que temos, como contribuintes, de dar mais esta força financeira para o governo central. É claro que este dinheiro é nosso, mas também é muito claro que o governo não presta contas de seu uso de forma muito clara, e não o aplica de forma assim tão direta, logo acabamos arrecadando mais para dar uma força para eles mesmo, sejamos realistas.

Antigamente, quando tudo ia mal, recorríamos ao FMI, pagávamos juros e éramos cobrados da forma como utilizávamos este dinheiro por seus auditores, agora, depois que estabilizamos nossa economia e nossa moeda, ficou mais claro a todos o custo do dinheiro, e não precisar ser PhD para concluir que pegar do contribuinte é muito melhor, é mais barato e não tem tanta, para não dizer nenhuma, cobrança ou fiscalização.

Talvez este seja o sinal de que, como contribuintes, está na hora de darmos o próximo passo, de evoluirmos o entendimento de qual é nosso papel neste jogo de dar para receber, temos que aprender a ser críticos, a cobrar o uso dos recursos, passando a entender que não há diferença entre público e privado, quando o público é o dinheiro dos impostos, e o privado os contribuintes pagadores destes impostos.

Vamos refletir… quem sabe aprendemos a ser contribuintes antes de aprendermos a ser eleitores.

"Economia frequentemente não tem relação com o total de dinheiro gasto, mas com a sabedoria empregada ao gastá-lo." (Henry Ford)

“Os pagamentos a governos devem ser reduzidos, se a nação não quiser ir à falência. As pessoas devem novamente aprender a trabalhar, em vez de viver por conta pública…” (Fernando Nobre)

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