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quarta-feira, 20 de junho de 2012

Dia 20 de junho–Solstício de inverno

Estamos no ano do Solstício. Quer dizer, solstício tem todo ano, mas solstício de fim do mundo, só este ano. Segundo toda a crença dos estudiosos da cultura Maia, seria o Solstício de Verão para nós aqui da parte de baixo do globo, e por conseguinte o de inverno para os da parte de cima, que marcaria o fim do calendário Maia, e por isto do mundo.

Para quem não sabe o que é Solstício, lá vai : Solstício (do latim sol + sistere, que não se mexe) é o momento em que o Sol, durante seu movimento aparente na esfera celeste, atinge a maior declinação em latitude, medida a partir da linha do equador. Os solstícios ocorrem duas vezes por ano: em dezembro e em junho. O dia e hora exatos variam de um ano para outro. Quando ocorre no verão significa que a duração do dia é a mais longa do ano. Analogamente, quando ocorre no inverno, significa que a duração da noite é a mais longa do ano.

O Solstício de inverno nosso ocorre dia 20-jun, ou seja, teremos o dia mais curto do ano hoje  (entre ontem e hoje ou hoje e amanhã). Em várias culturas ancestrais celebrava-se  o Solstício de Inverno por ser o menor dia do ano, a partir do qual a duração dos dias começa a crescer, simbolizava o início da vitória da luz sobre a escuridão. O Solstício de Inverno de 2012 parece ser uma data com significado especial na cosmologia maia, talvez relacionada com a Precessão dos Equinócios em relação a outros corpos celestes. Esta data pode ser um indicador de uma fase no período de transição entre eras – o processo de nascimento da nova era e o início do novo ciclo de precessão. 

Dentro da relatividade que permeia todo pensamento humano, que seja bem vindo este dia, pois graças a ele podemos ter também o solstício de verão, onde ocorre exatamente o inverso. Só se pode ter o frio, porque temos o calor. Só se tem o bem, porque há o mal. Tudo é relativo, e o pensamento humano só se desenvolve desta forma, conflitando e relativizando as idéias, os fatos e as verdades. Tudo que se manifesta para a vida é imperfeito, e nesta imperfeição é que reside a evolução, de erro em erro, e não de acerto em acerto.

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