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terça-feira, 27 de novembro de 2012

Previsões para o Brasil em 2013

Está aberta a temporada de achismos e apostas para o ano novo. O que esperar para o ano novo ? De tudo um pouco, mas muito de quase nada, como costumo dizer.

E nós, seguiremos na mesma, rindo de nós mesmos, e esperando que alguém faça alguma coisa urgente, porque não aguentamos mais.

A economia provavelmente seguirá sendo a BRICs que menos cresce, num importante caminho de perda da oportunidade, mas sem deixar de ser algo bom diante da retração de demandas das maiores economias.

O carnaval será no começo de fevereiro, logo o ano deverá ter um mês a mais, o que por si só já anima as indústrias e o comércio.

Os juros devem seguir na mesma lesma, baixando. E por incrível que pareça servindo apenas para que o povo brasileiro consuma mais, sem nenhum outro benefício colateral, como tem sido este ano. Aliás o brasileiro descobriu que os juros baixo, não trouxeram os benefícios todos esperados, mas já trouxeram o malefício de tirar dos investimentos bancários a qualidade de ser um preservador do seu patrimônio, diz-se por aí que um investimento de R$ 10.000 leva quase 100 anos para virar R$ 20.000, só falta alguém completar com um “que saudades da inflação”.

Por falar nela, já voltou, está aí para quem sabe fazer contas ou vai ao supermercado. Já para quem contrata serviços, ela não existe, mas em seu lugar temos um Hiper Inflação. Enquanto ainda não temos os benefícios das economias ricas, já temos ao menos a mesma escassez de mão de obra especializada para serviços, chique né ? Imagine, não temos mais quem queira fazer determinados serviços, imagine só.

O emprego deve continuar em alta, enquanto os empregados seguirão em baixa, cada vez mais descompromissados e despreocupados, suportados por uma suporta situação de que se você não quiser, alguém há de querer, tamanha a demanda por mão de obra.

O verão deve ser quente e chuvoso com várias imagens de alagamentos, enquanto o inverno frio e seco, cheio de imagens de estiagens.

O comércio seguirá vendendo cada vez mais e fazendo cada vez menos dinheiro, como sempre tem sido.

Nossa diplomacia seguirá este caldinho sem tempero que tem sido, exceção feita a FIFA, esta sim inimiga de várias batalhas, mas certamente uma amiga no final.

A reforma tributária será uma das prioridades, considerando que as eleições estão chegando os fatos novos precisam surgir, mas no final nada acontecerá e um pacote de isenções será utilizado sempre que for preciso ajudar um ou outro setor.

O câmbio, este seguirá mais ou menos entre Mântega e Trombini, vai depender da força de cada um em cada momento, mas não deve sair desta faixa de valor, entre Mântega e Trombini.

O ano do futebol será legal, muitos estádios sendo utilizados ainda com alguns tapumes, reformas de emergenciais nos estádios logo após as primeiras chuvas e muita, muita foto e farra com dinheiro público.

O Enem será um exame cada vez mais questionada e começará a perder força, esta é nova, não acha ?

A indústria automobilística já deve ter negociada alguma isenção provisória de algum imposto para o ano todo, mas ainda é uma surpresa.

E nós, seguiremos na mesma, rindo de nós mesmos, e esperando que alguém faça alguma coisa urgente, porque não aguentamos mais.

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