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sexta-feira, 14 de junho de 2013

Era para ser mais rápido

Rápido. Tinha que ter sido rápido.

Tinha que ser. Era para ser.

Mas não foi, demorou.

E demorando ensinou.

Ensinou que, leve como uma pluma, o tempo flutua sobre nossas mentes, acelerando e freando, segundo a química do entusiasmo de quem observa, em acordo com a fleuma inofensiva do humor que oscila a cada momento.

Singular, como cada momento.

O tempo não passa, a vida passa.

E passando cumpre sua missão de nunca acabar.

Num ciclo contínuo, intenso e singular, até passar.

Um comentário:

Marcos Ribeiro disse...

Talvez porque o tempo de nosso ponto de vista , humano , é sempre contado em termos de rotações da terra em torno do sol como falou o poeta Gilberto Gil na sua música "Oriente"
Ou porque o tempo nos faz sempre confrontar com finitude ou eternidade.
Não sei , mas seu post foi poético e tentei ser um pouco poético.
A vida é tão rara ! como disse Lenine mas o tempo que não passa é o tempo que ainda não conhecemos !
Marcos